Plano de saúde individual e familiar
No seu nome, sem depender de empresa. Reajuste limitado pela ANS e sem cancelamento unilateral.
Ver planos individuais
SAÚDE SUPLEMENTAR · COMPARAÇÃO DE PLANOS
Plano de saúde bom não é o mais caro. É o que acerta cinco decisões antes da assinatura, e essas cinco decisões estão todas na sua mão.
Rede credenciada, segmentação, acomodação, coparticipação e forma de contratação. Mexer nessas cinco alavancas muda a mensalidade e muda o que você recebe no dia em que precisar usar.
Aqui o trabalho é nosso: um corretor habilitado monta o comparativo das operadoras registradas na ANS para o seu caso e envia no seu WhatsApp, sem custo.
Operadoras registradas e fiscalizadas pela ANS, conforme a Lei 9.656/1998.
Comparar plano de saúde
São estas as escolhas que mudam a mensalidade e o que você recebe no dia em que precisar usar.
Saber onde termina a segmentação ambulatorial e onde começa a hospitalar é a primeira pergunta a responder.
Antes de assinar
Principais operadoras analisadas
Ver todas as operadorasCooperativas locais ligadas entre si: você contrata a da sua região e é atendido nas outras cidades pelo Intercâmbio.
Registro ANS 386596
Ver planos UnimedUne unidades do próprio grupo a uma rede credenciada ampla, para marcar direto, sem reembolso.
Registro ANS 326305
Ver planos AmilRede referenciada ampla e liberdade para consultar fora dela, com reembolso dentro do limite do plano.
Registro ANS 005711
Ver planos Bradesco SaúdeO que separa um plano do outro aqui é o múltiplo de reembolso — quanto volta quando você escolhe fora da rede.
Registro ANS 006246
Ver planos SulAméricaHospitais, clínicas e laboratórios do próprio grupo, com prontuário integrado.
Registro ANS 368253
Ver planos HapvidaMesmo grupo da Hapvida na ANS, com registro próprio em São Paulo e Rio: comparar as duas é comparar redes.
Registro ANS 359017
Ver planos NotreDame IntermédicaRede referenciada para o dia a dia e reembolso quando quiser escolher fora dela.
Registro ANS 000582
Ver planos Porto Seguro SaúdeReembolso ampliado e atendimento personalizado, para quem prioriza padrão de rede e de serviço.
Registro ANS 359661
Ver planos OmintSó entra na comparação operadora com registro ativo na ANS.
A rede de cada uma muda conforme a cidade, e é por isso que qual o melhor plano de saúde não tem resposta única: depende de quem vai usar, de onde mora e do que precisa estar coberto.
Quem vai usar o plano, em qual cidade e o que não pode faltar na rede. Leva cerca de um minuto.
Ele cruza cobertura, rede credenciada, carência e histórico de reajuste das operadoras que atendem a sua cidade.
O comparativo chega pelo WhatsApp, com as opções lado a lado. Fechar ou não fechar é decisão sua.
No plano de saúde, uma operadora registrada na ANS assume o custo da sua assistência médica. O que muda de um contrato para outro são três limites. É neles que mora a diferença de preço:
Quem compara esses três itens antes da mensalidade quase sempre paga menos pelo mesmo resultado. Descobre a tempo que ia pagar por cobertura que não usaria.
Cada forma de contratação resolve um problema diferente e tem regra de reajuste própria. É por aqui que a escolha começa.
No seu nome, sem depender de empresa. Reajuste limitado pela ANS e sem cancelamento unilateral.
Ver planos individuaisPor CNPJ, a partir de duas vidas — o MEI consegue com uma. Começa mais barato que o individual.
Ver planos empresariaisPreço de coletivo para quem tem sindicato, associação ou conselho de classe.
Ver planos por adesãoConsultas, prevenção, canal e urgência. Sozinho ou somado ao plano médico.
Ver planos odontológicosTroque de operadora aproveitando as carências já cumpridas, sem esperar tudo de novo.
Entender a portabilidadeCobertura, rede e reajuste das operadoras da sua região, lado a lado.
Comparar operadoras5escolhas separam um plano caro de um plano certo
Nenhuma delas é sobre a marca da operadora. Todas estão dentro do contrato, e todas podem ser ajustadas antes da assinatura.

Um plano barato com a rede errada só mostra o problema no dia da emergência.
Antes de comparar mensalidade, escreva os nomes que não podem faltar: o hospital onde sua família se trata, a maternidade, o laboratório do bairro.
Depois confira produto por produto — duas linhas da mesma operadora, com preços próximos, podem ter redes bem diferentes na sua região.
Dois planos com o mesmo preço podem ter alcances completamente diferentes.
Ambulatorial cobre consultas, exames e terapias; hospitalar cobre internação clínica e cirúrgica; com obstetrícia entram pré-natal e parto.
Quem não pretende ter filhos e paga por obstetrícia financia o que não vai usar — e quem planeja engravidar e corta justamente esse item descobre tarde demais.
É a alavanca que mais mexe no preço sem mexer na qualidade do atendimento médico.
A acomodação é o quarto da internação, não o tratamento: o médico, a equipe e o centro cirúrgico são os mesmos.
Enfermaria é quarto coletivo; apartamento é privativo, quase sempre com acompanhante. Para quem quase nunca interna, é a primeira coisa a cortar.
Ver a diferença entre plano de saúde enfermaria e apartamento
Ela troca uma mensalidade menor por uma conta que só chega quando você usa.
Você paga uma parte de cada procedimento, somada à mensalidade: a mensalidade cai e o custo aparece no uso.
Para quem vai ao médico uma ou duas vezes por ano, a conta fecha positiva; para quem faz acompanhamento mensal ou tem filho pequeno, costuma fechar negativa.
A porta de entrada muda o preço e muda a regra de reajuste para o resto do contrato.
O individual tem reajuste limitado por índice da ANS e não pode ser rescindido pela operadora fora de fraude e inadimplência.
O empresarial entra por CNPJ a partir de duas vidas, aceita MEI com uma e reajusta pelo uso da carteira.
O por adesão passa por sindicato, associação ou conselho de classe.
| Critério | O que você ajusta | Efeito na mensalidade |
|---|---|---|
| Rede credenciada | Rede ampla ou rede dirigida na sua região | Sobe com rede ampla |
| Segmentação | Com ou sem obstetrícia, com ou sem internação | Sobe a cada inclusão |
| Acomodação | Enfermaria ou apartamento | Sobe bastante no apartamento |
| Coparticipação | Pagar por uso ou pagar tudo na mensalidade | Cai com coparticipação |
| Contratação | Pessoa física, CNPJ ou entidade de classe | Cai por CNPJ e por adesão |
| Abrangência | Municipal, estadual ou nacional | Sobe a cada área incluída |
Os efeitos descritos são referência de comportamento do mercado e variam por operadora, idade, cidade e cobertura contratada. Nenhum valor é garantido aqui.
O critério de escolha muda conforme quem vai usar. Estes oito casos concentram a maior parte das dúvidas que chegam.
Pediatria, maternidade e rede hospitalar infantil pesam mais que o resto.
A faixa etária já virou, e a conta agora é sobre rede e continuidade.
A carência de parto manda no calendário da contratação.
Um CNPJ ativo abre a tabela empresarial mesmo com uma vida.
OAB, CREA, CRM e CRC dão acesso à tabela do coletivo por adesão.
Existe janela para manter o plano e existe caminho para trocar.
Portabilidade permite trocar sem cumprir carência de novo.
A faixa de PME tem regra própria de reajuste e de sinistralidade.
Sair da empresa não cancela o plano automaticamente. O direito de continuar nele depende de três coisas: se você contribuía, por quanto tempo, e se pediu dentro do prazo.
| Sua situação | Por quanto tempo pode ficar | Prazo para pedir |
|---|---|---|
| Demitido sem justa causa, se você contribuía | Um terço do tempo em que contribuiu, no mínimo 6 e no máximo 24 meses | 30 dias |
| Aposentado com 10 anos ou mais de contribuição | Enquanto a empresa mantiver o plano para quem está na ativa | 30 dias |
| Aposentado com menos de 10 anos de contribuição | Um ano para cada ano em que contribuiu | 30 dias |
| Plano pago integralmente pela empresa | Não há direito de manutenção | — |
Em todos os casos com direito, quem fica no plano passa a pagar a mensalidade integral, sem a parte que era da empresa.
Os 30 dias correm a partir da comunicação do empregador. Quem é admitido em novo emprego com plano de saúde deixa de ter direito à manutenção.
Lei 9.656/1998, artigos 30 e 31, e Resolução Normativa 488 da ANS.
Carência é o tempo entre assinar e poder usar. Os números abaixo são tetos definidos pela regulação, e a operadora pode praticar prazo menor.
| Situação | Prazo máximo | Observação |
|---|---|---|
| Urgência e emergência | 24 horas | Vale para acidente pessoal e complicação na gestação. |
| Parto a termo | 300 dias | O prazo mais longo previsto, e o que manda no calendário. |
| Consultas, exames, internações e cirurgias | 180 dias | Todos os demais procedimentos cobertos. |
| Doença ou lesão preexistente declarada | 24 meses | Cobertura parcial temporária, não carência comum. |
| Tipo de atendimento | Prazo máximo |
|---|---|
| Urgência e emergência | Imediato |
| Exame de laboratório em regime ambulatorial | 3 dias úteis |
| Consulta básica: pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia | 7 dias úteis |
| Consulta e procedimento odontológico | 7 dias úteis |
| Demais exames e terapias em regime ambulatorial | 10 dias úteis |
| Atendimento em regime de hospital-dia | 10 dias úteis |
| Consulta nas demais especialidades médicas | 14 dias úteis |
| Procedimento de alta complexidade | 21 dias úteis |
| Internação eletiva | 21 dias úteis |
Prazos verificados junto à ANS em 13 de agosto de 2026. Carência, prazos de atendimento, cobertura parcial temporária e portabilidade.
Os quatro nomes aparecem juntos nas buscas e resolvem problemas diferentes.
Quem entra depois da hora paga a conta de um calendário que já estava correndo.
A carência de parto pode chegar a 300 dias — dez meses.
Quem descobre a gravidez hoje e contrata neste mês não terá esse parto coberto pelo contrato novo.
A outra data é a virada dos 59 anos, quando entra a última faixa etária e o preço não sobe mais por idade.
Quem chega nela já contratando entra direto no teto.
Carência: Lei 9.656/1998 e ANS. Faixas etárias: RN 63/2003 da ANS.
Duas vidas já abrem a tabela coletiva, e o MEI entra com uma.

A contratação por CNPJ costuma partir de um patamar mais baixo que a do individual: o risco se dilui entre os beneficiários do contrato. O MEI com registro ativo acessa essa mesma tabela.
A contrapartida está no reajuste: em vez do índice publicado pela ANS, vale a negociação anual baseada na sinistralidade da carteira. Empresas pequenas sentem mais essa oscilação.
Não vendemos plano próprio: não somos operadora. Reunimos as registradas na ANS e comparamos cobertura, rede e histórico de reajuste para o seu perfil.
Depois conectamos você a um corretor habilitado. Comparar não custa nada.
reunidas no comparativo
comparar é gratuito
comparação por região
você decide no fim
As dúvidas que mais aparecem nas buscas, respondidas sem rodeio.
Não existe preço único, e desconfie de quem publica um.
O valor sai do cruzamento entre idade de cada beneficiário, cidade de atendimento, rede credenciada do produto, segmentação contratada, acomodação em enfermaria ou apartamento, presença de coparticipação e forma de contratação.
Um mesmo perfil recebe propostas bem distantes entre Unimed, Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica e Hapvida na mesma cidade. Por isso a comparação entre operadoras vem antes da conta.
O individual é contratado por pessoa física e tem o reajuste anual limitado por índice da ANS.
O empresarial exige CNPJ, entra a partir de duas vidas, aceita MEI com uma, e o reajuste é negociado entre a empresa e a operadora.
O coletivo por adesão exige vínculo com sindicato, associação ou conselho profissional, como OAB, CREA, CRM ou CRC, e é intermediado por uma administradora de benefícios.
O microempreendedor individual com CNPJ ativo. As operadoras costumam pedir tempo mínimo de abertura da empresa e comprovação de atividade, e as exigências variam de uma para outra.
O MEI acessa a tabela coletiva empresarial, que normalmente começa abaixo do individual, com a contrapartida de o reajuste ser negociado pela sinistralidade e não pelo índice publicado pela ANS.
A cobertura mínima obrigatória está no rol de procedimentos da ANS e varia conforme a segmentação contratada.
Consultas, exames, terapias, internações, cirurgias, obstetrícia, urgência, emergência, quimioterapia, hemodiálise e transplantes previstos estão entre os grupos garantidos.
O contrato pode oferecer mais que o rol, nunca menos, sempre dentro da abrangência geográfica contratada.
Carência é o intervalo entre o início da vigência e a liberação de cada cobertura.
A ANS fixa prazos máximos: 24 horas para urgência e emergência, 300 dias para parto a termo e 180 dias para os demais casos, como consultas, exames, internações e cirurgias.
São tetos, e a operadora pode praticar prazo menor. O que valer precisa estar escrito no contrato assinado.
Compensa quando o que foi cortado é aquilo que você não usaria.
Cortar apartamento, abrir mão de abrangência nacional e aceitar coparticipação são reduções que quase não mudam o seu dia a dia.
Cortar a rede hospitalar da sua região, essa sim, aparece exatamente no pior momento. A pergunta certa não é quanto custa, é o que saiu para custar menos.
Sim, pela portabilidade de carências.
O tempo mínimo de permanência no plano de origem é de dois anos na primeira portabilidade, três anos se houve cobertura parcial temporária, e cai para um ano quando já se fez portabilidade para o plano atual.
O contrato precisa estar ativo e com as mensalidades em dia, e o plano de destino precisa ser compatível em faixa de preço.
Não pode recusar a contratação.
O que a operadora pode fazer é aplicar cobertura parcial temporária, que suspende por até 24 meses ininterruptos apenas os procedimentos de alta complexidade, os leitos de alta tecnologia como UTI e CTI, e as cirurgias ligadas exclusivamente à doença declarada.
A alternativa é o agravo, um acréscimo na mensalidade que libera a cobertura integral. Todo o resto do contrato funciona normalmente desde o início.
O melhor é o que tem na rede credenciada o hospital que você usaria e a segmentação que cobre o que você vai precisar, dentro do que cabe no orçamento.
Não há ranking universal: a mesma operadora pode ser excelente em uma capital e fraca no interior do mesmo estado, porque a rede é construída região a região.
Comparar rede antes de comparar marca resolve a maior parte das frustrações.
Depende da sua frequência de uso, não da opinião de quem vende.
Na coparticipação a mensalidade cai e você paga uma parte de cada consulta, exame ou terapia utilizada.
Quem vai ao médico duas ou três vezes por ano costuma sair ganhando no ano fechado.
Quem faz acompanhamento contínuo, sessões semanais de terapia ou tem criança pequena em casa costuma gastar mais do que economizou.
Nada. A comparação é gratuita e não gera compromisso de contratação.
A remuneração do corretor vem da operadora quando um contrato é fechado, e isso não altera o preço da sua mensalidade, que é tabelado pela operadora independentemente de quem intermediou.
Não. Não somos operadora e não vendemos plano próprio.
Reunimos operadoras registradas na ANS, comparamos cobertura, rede e reajuste para o seu perfil e conectamos você a um corretor habilitado, que apresenta as propostas e conduz a contratação junto à operadora escolhida.
Cotar plano de saúde não é procurar operadora por operadora.
Um corretor habilitado monta o orçamento entre as registradas na ANS que atendem a sua cidade, com a cobertura que você precisa. Sem custo.